sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

É agora!


Você, querido membro do tkm, está convidado a participar do último culto pelo skype do nosso grupo, hoje, agora!
Aquele que quer participar, coloque seu skype nos comentários, você será bem-vindo e serão momentos de grande proveito espiritual!
É o último Sábado do ano, o último dia, último culto e a última chance de participar!

sábado, 19 de novembro de 2011

A Grande Esperança!

A Grande Esperança: Série de palestras com Pr.Luís Gonçalves e Arautos do Rei. Transmissão pela internet de 19 a 26 de novembro, a partir das 20h.
Acesse:
http://www.esperança.com.br/

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Resultados do arrependimento

Deem fruto que mostre o arrependimento. Mateus 3:8


O verdadeiro arrependimento produzirá mudança de atitudes, palavras e comportamento. Porém, inclui mais do que isso. Não significa simplesmente pedir desculpas e prometer nunca mais cometer o mesmo erro. Não significa punir a si mesmo, deixar de comer ou deixar de comprar algumas coisas. O verdadeiro arrependimento tem facetas que servem para medir até onde ele é verdadeiro.


Ao se encontrar com Jesus, você perceberá que deixou alguns rastros não luminosos pelo caminho. Precisará de humildade e honestidade para acertar algumas coisas, para restaurar um relacionamento rompido por causa de uma provocação, do que falou numa explosão de raiva ou de uma mentira.


Quando duas pessoas se encontram arrependidas com o objetivo de restaurar o relacionamento, estão ambas no território da graça. Ficam de fora as racionalizações que tentam explicar o porquê do erro cometido: “Fiz isso porque”, “Mas”, “Minha intenção era outra”... Quando você tenta explicar, passa a ideia de que quer encolher o máximo possível seu erro. É melhor encarar esse momento com humildade e reconhecer como o filho pródigo que errou: “Pequei contra o Céu e contra ti” (Lc 15:18).


Diga simplesmente: “Sei que você ficou ferido com o que falei. O erro foi meu. Perdoe-me.” Deus vai preparar suas palavras e o coração da pessoa com quem você vai falar para que a restauração seja efetivada. Se não der para falar pessoalmente, telefone ou use o correio eletrônico para não deixar a reconciliação para depois.


A outra faceta é a que chamamos de restituição. É a reposição pelo prejuízo material causado à outra pessoa; dívidas reconhecidas, mas não pagas, etc. O exemplo bíblico mais patente é o de Zaqueu. Imediatamente após seu encontro com Jesus, ele disse: “Vou devolver a quem cobrei mais do que devia, de quem tirei proveito me valendo da ignorância das pessoas.”


É o que diz o pensamento: “O reconhecimento da dívida sem esforço para pagá-la não é arrependimento.” Desse ponto de vista, o arrependimento não é fácil.


Você pode orar hoje a Deus, dizendo: “Senhor, no centro do meu pecado está o desejo de seguir meu próprio caminho. Escolho hoje sair do meu caminho para o Teu caminho. De meus planos para Teus propósitos, de minha independência para a Tua soberania. Ao voltar para Ti, espero na Tua graça e na Tua misericórdia.”



Meditação Diária 2011

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Dias das crianças

Eu era criança quando as borboletas eram objeto de alcance possível, mesmo eu não as segurando. 


Eu ainda era criança quando, mesmo meus desenhos sendo feios, eu os achava lindos e saía mostrando aos outros, dizendo: olha, eu que fiz!


Eu ainda não havia crescido quando o mar e a pessoinha do sexo oposto não me traziam indagações, elas eram mesmo mais uma oportunidade pra brincar.


Eu estava na infância quando me machucava feio e chorava. 


Quando eu tentava fingir ou trapacear e não conseguia. 


Quando eu sorria se fosse legal e fechava a cara se eu realmente não gostasse.





Eu era criança quando as pessoas eram muito grandes e eu precisava de todas elas porque eu não entendia das coisas.




 Quando eu sabia que era vulnerável e tinha medo de tudo o que me apresentava perigo, e então eu corria, eu fugia pra alguém que eu sabia que iria cuidar de mim.


Será que tudo isso acabou? Por que as coisas agora são tão complicadas? Por que eu tento parecer forte, eu tento mostrar maturidade e ser melhor que os outros quando eu preciso mesmo é de proteção? E, na verdade, eu sou frágil. Por que, lá no fundo, nada do que eu faço é suficiente, nada é digno de minha própria admiração? Por que às vezes eu perco a esperança achando que nunca vou conseguir se passei tanto tempo caçando borboletas? E apenas o tentar já me satisfazia.

Quando crescemos e achamos que nos tornamos donos de nós mesmos, é exatamente quando deveríamos entender nossa pequenez e ver que na pequenez de tudo o que nos rodeia é que está a verdadeira felicidade.

 Eu ainda era criança, mesmo que espiritualmente, quando aprendi a orar, com palavras simples, em um gesto simples, eu acreditava de verdade que Deus me ouvia, e eu o buscava não entendendo a importância do meu ato. Agora eu sei, agora entendo.

E o que tenho feito com todo esse meu conhecimento?